O Senhor é o meu pastor, nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas. Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.

Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.

Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.” Sl. 23.1-6

O pastoreio de Jesus é parte integrante da nossa jornada. Por vezes, é facilmente reconhecido e aplaudido. Outras vezes, no entanto, pode ser sutil e até mesmo questionável.

Às vezes, temos dificuldade de enxergar o quadro completo do que o Espírito Santo está desenhando em nós. É de Corrie Ten Boom a analogia de que nossa vida é como uma tela que está sendo bordada. Pois, o que vemos, é o avesso da tela. Deus vê o desenho que se forma.

Ainda que, questionemos os “nós” que enxergamos. Mesmo que, a troca de cores nos assuste. Ou ainda, as linhas cruzadas, os pontos desfeitos e refeitos nos deixem confusos, tudo se esclarece, quando finalmente vislumbramos as águas tranquilas.

Somos guiados aos pastos verdejantes e com eles o refrigério chega. Sua fidelidade é sempre maior que a nossa.  Igualmente, nossos inimigos não são páreo para Ele. Todos foram derrotados na cruz.

O pastor está atento

Por isso, é exatamente quando andamos pelo vale da sombra da morte, que sua destra nos guia. Ele não dorme. Seu compromisso conosco é de um Pai.

“Porventura, pode uma mulher esquecer-se de seu filho de peito, de maneira que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti.” Is. 49.15

O pastor de nossa alma concede-nos bondade e misericórdia ao longo do caminho. Por certo, existe provisão abundante em Sua casa, que é também a nossa casa.

O pastor busca a ovelha perdida

Nosso pastor, deixa as noventa e nove no aprisco em busca da que se extraviou (Mt. 18. 11-14). Temos garantia, que mesmo que nos desviemos, Ele vai ao nosso encontro.

Não existe lugar profundo ou escuro demais do qual não possa nos resgatar. Não existe distância que Ele não possa percorrer. Somos preciosos demais, e por isso, Ele entregou o que tinha de mais precioso para que nosso resgate fosse possível.

Creia que somos parte de um rebanho que Ele mesmo está conduzindo. Ele não terceiriza a tarefa de nos apascentar. Algumas vezes Ele usa seres humanos, mas isso não significa que não esteja pessoalmente comprometido conosco.

Sua vara e Seu cajado nos consolam. Ele faz nosso cálice transbordar. Habitaremos com Ele por toda eternidade. Portanto, qualquer que seja a aflição, ela é passageira.

Grace

Grace Wasem, gaúcha, atuou como secretária no mercado de trabalho por 30 anos. Em 2016 vinculou-se ao FHOP como missionária tempo integral. Sonha ver e contribuir para o treinamento de uma noiva apaixonada que clama: Maranatha!

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